CARTA APOSTÓLICA
"SOBRE A RESTITUIÇÃO DA DIGNIDADE E DO MINISTÉRIO PETRINO"
I. DA MEMÓRIA DOS ACONTECIMENTOS
Tendo chegado aos nossos ouvidos os acontecimentos passados que levaram ao destronamento do ex-Pontífice Bento I, e após examinarmos os fatos com espírito de justiça, verdade e reconciliação, juntamente com o Colégio dos Cardeais, decidimos aprofundar o exame de todos os acontecimentos que envolveram aquele período.
A Igreja, que é peregrina neste mundo, é composta por homens frágeis, sujeitos às limitações próprias da condição humana e também ao erro. Contudo, permanece sustentada pela promessa de Cristo feita ao Apóstolo Pedro: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja.” (Mt 16,18)
Por isso, nenhuma decisão tomada por interesses pessoais, conflitos internos ou circunstâncias extraordinárias deve permanecer válida quando se reconhece que tal decisão foi contrária à legítima ordem e à autoridade da Santa Igreja.
Após madura reflexão sobre os acontecimentos ocorridos durante aquele período, tendo também em vista que a Igreja Católica no Minecraft, após sua reabertura, vem enfrentando diversas dificuldades que necessitam da presença e da autoridade de um Papa atuante no exercício do Ministério Petrino, julgamos necessário restabelecer a ordem eclesial.
II. DA ANULAÇÃO DO DESTRONAMENTO
Assim, por meio desta Carta Apostólica, declaramos nula, inválida e sem efeito a decisão de destronamento anteriormente promulgada contra o Pontífice Bento I.
Da mesma forma, fica expressamente anulada a carta de destronamento anteriormente emitida pelo então Cardeal Felipe José Nascimento, por ter sido considerada ilegítima e contrária à legítima ordem da Santa Sé.
III. DA AUTORIDADE ECLESIAL
Consequentemente, todos os efeitos, administrativos e eclesiásticos decorrentes daquela decisão ficam, por meio desta, revogados e destituídos de qualquer validade. Por nossa autoridade e em vista do bem da Igreja, determinamos:
I. Que o destronamento de Bento I seja formalmente considerado anulado e sem efeito;
II. Que todos os efeitos decorrentes de seu destronamento sejam considerados revogados e sem validade;
III. Que lhe seja plenamente restituída a dignidade eclesiástica anteriormente retirada;
IV. Que os registros oficiais da Santa Sé sejam devidamente corrigidos, em conformidade com esta decisão;
V. Que todos os membros da comunidade reconheçam, respeitem e observem as disposições estabelecidas por esta Carta Apostólica;
VI. Que esta Carta Apostólica seja devidamente promulgada, registrada e conservada nos arquivos oficiais da Santa Sé, para que dela se tenha memória perpétua.
IV. DA RECONCILIAÇÃO
Exortamos todos os membros da comunidade eclesial a abandonar toda divisão, todo ressentimento e todo espírito de disputa, recordando que a autoridade na Igreja deve ser exercida como serviço e não como instrumento de poder pessoal.
Que aqueles que participaram dos acontecimentos passados reconheçam, com humildade, o que deve ser reconhecido, e que todos possam caminhar novamente unidos na caridade. Porque a Igreja não existe para alimentar as divisões dos homens, mas para anunciar ao mundo a reconciliação alcançada em Cristo.
V. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Confiando nesse novo tempo que estamos vivendo, entregamos a comunidade e todos os membros que dela fazem parte nas mãos da Santíssima Virgem Maria e dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, patronos da igreja.
Que aquilo que um dia foi dividido pelo homem e por sua soberba, Cristo hoje faz novas todas as coisas em nossa comunidade, dando forças ao Santo Padre Bento, juntamente com o Colégio Cardinalício, e ao Pontífice emérito João Paulo, para serem firmes na fé e na esperança que nunca nos decepciona.
Dado em Roma, junto ao túmulo do Apóstolo Pedro, aos 04 dias do mês de setembro do Ano do Senhor de 2026.
