Semanário Litúrgico | Solenidade da Epifania do Senhor

SEMANÁRIO LITÚRGICO

SOLENIDADE DA  EPIFÂNIA DO SENHOR

Celebra-se a Epifania em  Roma  no dia 06 de janeiro
e no  Brasil em 04 de janeiro.

CANTO DE ENTRADA

1.    Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

SAUDAÇÃO

2.  Chegando ao altar e feito a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se por oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres:  Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass:  Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saudáveis:
Pres:  O Deus da esperança que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.
Ass:  Bendito seja Deus que nos reunimos no amor de Cristo.

3.  O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir a oração na missa do dia.

PENITÂNCIA ATO

Segue-se o Ato Penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência.
Pres:  No início desta celebração eucarística, peçamos a conversão do coração, fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
O sacerdote diz:
Pres:  Tende compaixão de nós, Senhor.
Asas:  Porque somos pecadores.
Pres:  Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
Ass:  E dai-nos a vossa salvação.

Segue-se a absolvição:
Pres:  Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass:  Amém.

4.  Segue-se as invocações Senhor tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido nenhum ato penitencial.

Pres:  Senhor, tende piedade de nós.
Ass:  Senhor, tende piedade de nós.

Pres:  Cristo, tende piedade de nós.
Ass:  Cristo, tende piedade de nós.

Presidente: Senhor, tende piedade de nós.
Ass:  Senhor, tende piedade de nós.

HINO DE LOUVOR

5.  Quando for prescrito, canta-se ou recita-se o Hino de Louvor.

GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.
GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.

SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO:
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS, NÓS VOS ADORAMOS,
NÓS VOS GLORIFICAMOS, NÓS VOS DAMOS GRAÇAS
POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.

GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.
GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.

SENHOR JESUS ​​CRISTO, FILHO UNIGÊNITO,
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA.
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS.

GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.
GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.

SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS, O SENHOR,
SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO, JESUS ​​CRISTO,
COM O ESPÍRITO SANTO, NA GLÓRIA DO PAI,
GLÓRIA DE DEUS PAI. AMÉM.

GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.
GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.

ORAÇÃO DO DIA

6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: Oremos. 
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração; 
Ó Deus, que hoje revela os senhores às nações, guiando-as pela estrela, concedei aos vossos servos e servas, que já vos conhecem pela fé, contemplando-vos um dia face a face no céu. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém. 

PRIMEIRA LEITURA
(Is 60, 1-6)

7.  O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor:  Leitura do Livro do Profeta Isaías.
Levanta-te, acende as luzes, Jerusalém, porque chegou a tua luz, apareceu sobre ti a glória do Senhor.  Eis que está a terra envolvida em trevas, e nuvens escuras cobrem os povos; mas sobre ti apareceu o Senhor, e sua glória já se manifestou sobre ti. Os povos caminham à tua luz e os reis ao clarão da tua aurora.  Levanta os olhos ao redor e vê: todos se reuniram e vieram a ti; teus filhos vêm chegando de longe com suas filhas, inclusive nos braços. Ao vê-los, ganharão radiantes, com o coração vibrando e batendo forte, pois com eles virão as riquezas de além-mar e mostrarão o poder de suas nações; será uma inundação de camelos e dromedários de Madiã e Efa a te cobrir; virão todos os de Sabá, trazendo ouro e incenso e proclamando a glória do Senhor.
Ao final acrescenta:
Leitor:  Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass: Graças a Deus. 

RESPONSORIAL DE SALMO
Sl 71 )

8.  O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

—  AS NAÇÕES DE TODA A TERRA HÃO DE ADORAR-VOS, Ó SENHOR!
 
—  DAI AO REI VOSSOS PODERES, SENHOR DEUS, VOSSA JUSTIÇA AO DESCENDENTE DA REALEZA! COM JUSTIÇA ELE GOVERNE O VOSSO POVO, COM EQUIDADE ELE JULGUE OS VOSSOS POBRES.

—  NOS SEUS DIAS A JUSTIÇA FLORIRÁ E GRANDE PAZ, ATÉ QUE A LUA PERCA O BRILHO! DE MAR A MAR ESTENDERÁ O SEU DOMÍNIO, E DESDE O RIO ATÉ OS CONFINS DE TODA A TERRA! 
 
—  OS REIS DE TÁRSIS E DAS ILHAS HÃO DE VIR E OFERECER-LHE SEUS PRESENTES E SEUS DONS; E TAMBÉM OS REIS DE SEBA E DE SABÁ HÃO DE TRAZER-LHE OFERENDAS E TRIBUTOS. OS REIS DE TODA A TERRA HÃO DE ADORÁ-LO, E TODAS AS NAÇÕES HÃO DE SERVI-LO. 

—  LIBERTARÁ O INDIGENTE QUE SUPLICA, E O POBRE AO QUAL NINGUÉM QUER AJUDAR. TERÁ PENA DO INDIGENTE E DO INFELIZ, EA VIDA DOS HUMILDES SALVARÁ. 

SEGUNDA LEITURA
( Ef 3, 2-3a. 5-6 )

9. Se houver segunda leitura, o leitor a fará no ambão, como acima. 

Leitor:  Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios
Irmãos: Se ao menos soubésseis da graça que Deus me concedeu para realizar o seu plano a nosso respeito, e como, por revelação, conhecimento ativo do mistério.  Este mistério, Deus não o fez conhecer aos homens das gerações passadas, mas acaba de o revelar agora, pelo Espírito, aos seus santos apóstolos e profetas: os pagos são admitidos à mesma herança, são membros do mesmo corpo, são associados à mesma promessa em Jesus Cristo, por meio do Evangelho.
Ao final acrescenta:
Leitor:  Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass:  Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se o Aleluia ou outro canto.   
ALELUIA, ALELUIA,  ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA,  ALELUIA, AAALEELUUUIA!

VIMOS SUA ESTRELA NO ORIENTE
E VIEMOS ADORAR O SENHOR.

ALELUIA, ALELUIA,  ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA,  ALELUIA, AAALEELUUUIA!

11.  Enquanto isso, ó sacerdote, se nos ar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a vitória em voz baixa:
Diác:  Dá-me a tua benção.
O dia diz em vozse:
Pres:  O Senhor ajuda em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Diác:  Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres:  Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
Mt 2, 1-12)

12.  O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: 
 O Senhor esteja convosco.
Ass:  Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o padre, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac:  Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
Ass:  Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se por oportuno, incenso o livro e proclama o Evangelho.
Diác ou Pres: 
 Tendo nascido Jesus na cidade de Belém, na Judeia, no tempo do rei Herodes, eis que alguns magos do Oriente chegaram a Jerusalém, perguntando: "Onde está o rei dos judeus, que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo". Ao saber disso, o rei Herodes ficou perturbado, assim como toda a cidade de Jerusalém. Reunindo todos os sumos sacerdotes e os mestres da Lei, perguntava-lhes onde o Messias deveria nascer. Eles responderam: “Em Belém, na Judeia, pois assim foi escrito pelo profeta: E tu, Belém, terra de Judá, de modo algum és a menor entre as principais cidades de Judá, porque de ti sairá um chefe que vai ser o pastor de Israel, o meu povo”. Então Herodes descobriu o segredo dos magos e descobriu-os cuidadosamente quando a estrela apareceu. Depois dos invejosos a Belém, dizendo: "Ide e procurei obter informações exatas sobre o menino. E, quando o encontrardes, avisai-me, para que também eu vá adorá-lo". Depois que ouviram o rei, eles partiram. E a estrela, que tinha visto no Oriente, foi apresentando-os, até parar sobre o lugar onde estava o menino. Ao verem de novo a estrela, os magos sentiram uma alegria muito grande. Quando entrou em casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Ajoelharam-se diante dele, e o adoraram. Depois abriram seus cofres e lhe ofereceram presentes: ouro, incenso e mirra. Avisados ​​em sonho para não voltarem a Herodes, retornaram para sua terra, seguindo outro caminho.

13.  Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac:  Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Ass:  Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMÍLIA

14.  Nos domingos e festas de preço, faça-se a homilia, também bata nos outros dias.

PROFISSÃO DE FÉ
(Símbolo Niceno-Constantinopolitano)

15.  Terminada a homilia, seja feita, quando prescrita, a profissão de fé.

Pres:  Profemos a nossa fé.
Ass:  Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus:
(Todos se inclinam)
e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Vhirghem Maria, e se fez homem.
(Todos se -m)
Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, uma, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.

PRECES DA ASSEMBLEIA

16.  Em seguida, faça-se a oração universal ou dos fiéis.
Pres: Irmãos e irmãs: n este dia em que Jesus se manifestou a todos os povos, rezemos juntos:  
Ass:  Aceitai nosso louvor, Senhor!
 
1. Ó Verbo de Deus, reconhecido e adorado, iluminai os que estão nas trevas e revelai a todos os povos a vossa misericórdia! 
 
2.  Ó Verbo de Deus, reconhecido e adorado, recebe a reverência de todas as pessoas que você procura e o louvor de todo universo. 
 
3. Ó Verbo de Deus, reconhecido e adorado, concedendo à Igreja o dom da unidade e da perseverança no anúncio do Evangelho. 

5.  Ó Verbo de Deus, reconhecido e adorado, fortalecei a presença da vossa Igreja como sinal de paz e de justiça neste mundo. 

6.  Ó Verbo de Deus, reconhecido e adorado, infundi em nossos jovens o desejo de vos reconhecer como sentido de suas vidas. 

Pres: Senhor nosso Deus, que chamastes os pagos à luz da fé, guiai os que nas trevas Vos procurais, como os magos vindos do Oriente, para que possam contemplar o Vosso rosto no esplendor da glória celeste. Por Cristo, teu filho e Senhor nosso. 
Ass:  Amém.

OFERTORIO

17.  Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres. 

19.  O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito seja, senhor, Deus do universo, pelo pão que recebeu da Vossa Senhoria, fruto da terra e do trabalho humano: que agora vos apresenteis e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass:  Bendito seja Deus para sempre!

20.  Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corpo. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho podemos participar da imaginação do seu Filho, que se dignau assumir a nossa humanidade.
 
21.  Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebeste da vossa graça, fruto da videira e do trabalho humano: que agora vos apresenteis e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Ass:  Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corpo.

22.  O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

23.  Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensou o sacerdote e o povo.

24.  O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, das minhas faltas e purificai-me dos meus pecados.
 
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
 
25.  No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres:  Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass:  Receba o Senhor por suas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

26.  Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas:
Pres:  Ó Deus, olhai com espera as oferendas da vossa Igreja, que não mais vos apresenta ouro, incenso e mirra, mas o próprio Jesus Cristo, imolado e recebido em comunhão nos dons que o simbolizam. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass:  Amém.

PREFÁCIO DA EPIFÂNIA DO SENHOR
(Cristo, luz dos povos)

58.  Nas Missas de Nossa Senhora, acrescentando-se em cada uma a mensão da festa, como está indicado.

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres:  O Senhor esteja convocado.
Ass:  Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres:  Corações ao alto.
Ass:  Nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres:  Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação. 

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres:   Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Revela, hoje, o mistério de teu Filho como luz para iluminar todos os povos no caminho da salvação. Quando Cristo se manifestar em nossa carne mortal, vós nos recriaremos na luz eterna de sua divindade. Por essa razão, agora e sempre, nós nos unimos aos anjos e a todos os santos, cantando (dizendo) a uma só voz:
SANTO

SANTO, SANTO, SANTO,
DEUS DO UNIVERSO
SANTO, SANTO, SANTO,
SENHOR DEUS DO UNIVERO.

O CEU EA TERRA PROCLAMAM VOSSA GLÓRIA,
HOSANA NAS ALTURAS!
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR,
HOSANA NAS ALTURAS!

SANTO, SANTO, SANTO,
DEUS DO UNIVERSO
SANTO, SANTO, SANTO,
SENHOR DEUS DO UNIVERSO.

ORAÇÃO EUCARÍSTICA I

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
que aceiteis e abençoeis + estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com vosso servo o Papa Clemente, o nosso Bispo N., e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
℟.: Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos o dia santíssimo em que Maria, intacta em sua virgindade, deu à luz o Salvador do mundo. Veneramos em primeiro lugar a memória da mesma Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. 
℟.: Em comunhão com vossos Santos vos louvamos!

O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Dignai-vos,ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na véspera de sua paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos, 
eleva os olhos,
elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossege:
ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

Pres.: MISTÉRIO DA FÉ E DO AMOR!
℟.: TODAS AS VEZES QUE COMEMOS DESTE PÃO E BEBEMOS DESTE CÁLICE, ANUNCIAMOS, SENHOR, A VOSSA MORTE, ENQUANTO ESPERAMOS A VOSSA VINDA!
Ou, para recitação:
Pres.: Mistério da fé e do amor!
℟.: Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
℟.: O Espírito nos una num só corpo!

3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.
℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

Bate no peito, dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não phor nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé e de todos os vossos Santos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor.
E prossegue:
Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós. 

DOXOLOGIA

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: POR CRISTO, COM CRISTO, E EM CRISTO, A VÓS, DEUS PAI TODO-PODEROSO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO, TODA HONRA E TODA GLÓRIA, POR TODOS OS SÉCULOS DOS SÉCULOS.
℟.: AMÉM.


ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Somos chamados filhos de Deus e realmente o somos, por isso, podemos rezar confiantes:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
.: 
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
.: Amém.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: 
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
℣.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
 
FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.

Enquanto isso, canta-se:

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ!

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente.  Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice, reza em silêncio e comunga o Sangue de Cristo.

Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

COMUNHÃO
Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice. 
Enquanto faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservamos num coração puro ou que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforma para nós em remédio eterno.

139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor. 

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

140.  De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres:
 
 Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fez. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Ó Deus, guiai-nos sempre e por toda parte com a vossa luz celeste, para que possamos acolher com fé e viver com amor o mistério que nós destes participamos. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass: Amém. 

ANÚNCIO DA PÁSCOA E DAS FESTAS MÓVEIS DE 2025

141. Após a proclamação do Evangelho ou em seguida à Oração depois da Comunhão, faz-se o anúncio da páscoa e das festas móveis do ano corrente. 

O diácono ou o sacerdote ou outro ministro idôneo pode fazer o anúncio do dia da Páscoa.
Irmãos caríssimos, a glória do Senhor manifesta-se, e sempre há de manifestar-se no meio de nós até a sua vinda no fim dos tempos.  Nos ritmos e nas vicissitudes do tempo registramos e vivemos os mistérios da salvação.  O centro de todo o Ano Litúrgico é o Tríduo do Senhor Crucificado, Sepultado e Ressuscitado, que culminará no Domingo de Páscoa, este ano a 05 de abril.  Em cada domingo, Páscoa semanalmente, a Santa Igreja torna presente este grande acontecimento, no qual Jesus Cristo venceu o pecado e a morte.  As celebrações da Páscoa do Senhor procedem todas as celebrações do Ano Litúrgico:  as Cinzas, início da Quaresma, a 18 de fevereiro;  a Ascensão do Senhor, a 17 de maio;  Pentecostes, a 24 de maio;  Corpo e Sangue de Cristo, 04 de junho.  O 1º Domingo do Advento ocorrerá no dia 29 de novembro.  Também nas festas de Santa Mãe de Deus, dos Apóstolos, dos Santos e na Comemoração dos Fiéis Defuntos, na Igreja peregrina sobre a terra proclamada a Páscoa do Senhor.  A Cristo, que era, que é e que há de vir, Senhor do tempo e da história, louvor e glória pelos séculos dos séculos. 
Ass: Amém.

142. Se for necessário, faça-se breves comunicações ao povo. 
 
BÊNÇÃO SOLENE
Epifânia do Senhor

143.  Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúde o povo:
Pres:  O Senhor esteja convocado.
O disse responder:
Ass:  Ele está no meio de nós.

O diácono diz:
Diác:  Inclinai-vos para obter uma vitória.

Pres:  Deus, que vocês chamaram as trevas à luz admirável, derramaram sobre vocês as suas vitórias e vocês confirmaram na fé, na esperança e na caridade.
Ass:  Amém.

Pres:  Porque seguimos confiantes o Cristo, que hoje se manifesta ao mundo como luz entre as trevas, Deus vos torne também uma luz para os vossos irmãos.
Ass:  Amém.

Pres:   Terminada a tua peregrinação, possais chegar ao Cristo Senhor, luz da luz, que os magos procuravam guiados pela estrela e com grande alegria retornada.
Ass:  Amém.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres:  Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho +  e Espírito Santo. 
Ass:  Amém.
 
143.  Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Diác ou Pres:  Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
O disse responder:
Ass:  Graças a Deus!
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